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Breeze®2

Estudo sobre a importância da codificação adequada

Segundo conclusões de um novo estudo publicado pela Revista de Ciência e Tecnologia do diabetes, o uso de medidores de glicose sangüínea mal codificados gera resultados que comprometem a dosagem de insulina necessária. Isso causa, conforme conclui o estudo, complicações no quadro clínico do paciente, tanto a curto como a longo prazo.

Desenho do estudo

Foram incluídos 116 pacientes em três centros clínicos. A glicemia deles variava de 52 a 498 mg/dL.


·         Após o jejum, todos receberam um teste de tolerância de refeição de duas horas.

·         Foram feitas medições capilares nos minutos subseqüentes: minuto zero, 60 minutos e 120 minutos.

·         Foram utilizados cinco medidores populares de glicose, sendo dois medidores com a tecnologia Já Codificado™.

·         Alguns dos medidores de codificação manual foram mal codificados de propósito com o lote de fitas-teste.

·         Os medidores Já Codificado™ eram sempre ajustados apropriadamente, devido à sua tecnologia própria.

·         Todos os valores de glicemia obtidos foram comparados aos valores medidos em um analisador de laboratório, para verificar a exatidão dos aparelhos portáteis usados no estudo.

Resultado

Os valores de glicose obtidos por alguns dos medidores mal codificados manualmente usados no estudo demonstraram um erro médio entre mais de 29% e menos de 37%.

A probabilidade de erro na aplicação da insulina segundo o estudo

Foram utilizados três algoritmos de dose de insulina junto com os valores de glicose encontrados nos medidores usados no estudo.


Simulações foram conduzidas para verificar a margem de erro na aplicação de insulina, entre os valores ideais e os valores estimulados pelos medidores.


A simulação foi baseada em suposições, como uma unidade (1U) de insulina sobre 50 mg/dL de glicose encontrada no sangue. Esse foi um algoritmo de baixa dose.


A partir desses números, calculou-se a probabilidade de erros na dose de insulina para os três tipos de medidores: o mal codificado, o corretamente codificado e os que não exigem codificação.


A probabilidade de erro de + ou – uma unidade de insulina, utilizando-se o algoritmo de baixa dose, foi: 44,6% para medidores manuais codificados de forma correta e 49,6% para medidores manuais codificados de forma incorreta.


A probabilidade de erro com medidor mal codificado para + ou – quatro unidades de insulina foi de 1,4% e para + ou – cinco unidades foi de 0,04%.


Os medidores manuais quando codificados corretamente não apresentaram erro para + ou – quatro ou cinco unidades de insulina.


Já para os medidores Já Codificado™, não houve erros de cálculo na dose de insulina acima de + ou – duas unidades.

O risco comum

Segundo os pesquisadores do estudo, pacientes com diabetes que participaram do mesmo, demonstraram em grande parte não entender o que significa uma codificação apropriada, bem como não tinham consciência da importância disto.


Conforme dizem os cientistas, os pacientes às vezes usavam tiras de teste vencidas e/ou não codificavam de forma apropriada seus medidores de glicose no sangue ao lote de tiras de teste que estavam usando.

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