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Complicações

Síndrome hiperosmolar

Síndrome hiperosmolar não-cetótica

Esse é um estado de hiperglicemia grave, com medidas em torno de 600 a 800 mg/dL. Ocorre desidratação e alteração do estado mental sem que haja cetose. Pode ocorrer até um coma por hiperosmolaridade. É uma complicação típica dos diabéticos do tipo 2, pois esses possuem um mínimo de insulina que evita a cetoacidose. Como ocorre em pacientes mais idosos, a mortalidade é alta.

Os sintomas iniciais são parecidos com os da cetoacidose, mas pacientes assintomáticos do tipo 2 também podem desenvolver a síndrome.

No entanto, o risco maior é entre os maiores de 60 anos cronicamente doentes. A hiperosmolaridade é um tipo de desidratação. Por algum distúrbio no mecanismo da sede, esses pacientes acabam ingerindo menos água. Como urinam em demasia (poliúria), desidratam-se e entram em estado de confusão mental, coma e até morte. Fatores que podem precipitar a hiperosmolaridade são AVC, infarto do miocárdio, infecções (especialmente pneumonia), uso de glicocorticóides, diuréticos, cirurgia ou elevadas doses de glicose administradas de forma enteral ou parenteral e mesmo diálise peritoneal.

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