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Diabéticos no esporte de competição

A caminho do topo

Diabetes é um distúrbio do metabolismo que interfere consideravelmente no dia-a-dia dos pacientes. Porém, uma medicação correta permite que os diabéticos possam ter uma vida normal. Peter Hoogenboom e Geri Winkler mostram que também os diabéticos podem praticar esportes de alto rendimento, Com as suas ações invulgares, o americano e o austríaco querem encorajar os diabéticos a aceitar a sua doença.

 

Tinha apenas 14 anos quando Peter Hoogenboom foi confrontado com um diagnóstico avassalador: diabetes tipo 1. Nessa forma da glicemia, as células do pâncreas não podem produzir insulina, e esse hormônio de importância vital para o organismo tem que ser administrado por injeção. Para um adolescente na flor da idade, uma perspectiva aterrorizante. “Durante 10 anos lutei contra esse transtorno do metabolismo” escreve o americano, hoje com 46 anos, na sua home-page. Venceu a doença à sua maneira: “Deixei simplesmente de combatê-la. Busquei modos de melhorar a minha qualidade de vida.”

 

O que o ajudou foi um treinamento duro: corridas cross-country, natação, golfe – em todas essas disciplinas Peter mostrou grande força de vontade, dedicação e perseverança. Em 2006, coroou as suas atividades esportivas com uma caminhada de 16.000 quilômetros em 48 estados dos EUA.

Durante o seu percurso, Hoogenboom foi apoiado por sua esposa Pat, que o acompanhou de carro, e pelo Bayer Dream Fund, uma iniciativa da Divisão Diabetes Care da Bayer HealtCare, que apóia pessoas que encorajam e motivam outros diabéticos a levarem uma vida normal.

 

Durante essa “caminhada de sonho” foi apoiado por sua esposa Pat, que o acompanhou de automóvel, e pelo Dream Fund da Bayer – uma iniciativa da Bayer HealthCare (BHC). “Com a nossa iniciativa apoiamos pessoas que dominam o diabetes e que usam glicosômetro”, que Sandra Peterson, chefe da Divisão de Diabetes Care da BHC. Pessoas como Peter Hoogenboom:

“Para agüentar essa estafa física, é preciso saber exatamente como controlar o nível de açúcar no sangue e dispor de equipamento confiável.” Com a sua caminhada, ele não concretizou somente um sonho, Hoogenboom mostrou também que os diabéticos podem conseguir um desempenho esportivo excepcional através de um conseqüente auto-gerenciamento. “O diagnóstico de diabetes costuma ser assustadora para a maior parte dos pacientes. Normalmente passa muito tempo até que se reconheça que um diabético é capaz de fazer o mesmo que uma pessoa sem os transtornos do metabolismo”, explica Sandra Peterson.

 

Isso não aconteceu com Gerhard “Geri” Winkler. Já poucos meses após ter sido diagnosticado o diabetes, o austríaco viajou ao Peru para escalar uma montanha de 6 mil metros. Ele se considera um viajante, apaixonado sobretudo pelo gosto de viver. Ignorando os conselhos dos médicos, ele provou que tudo é possível com disciplina, força de vontade e boa preparação física. Gerhard Winkler, natural da cidade de Viena, foi o primeiro diabético que de bicicleta e a pé fez um longo e fatigante percurso: do ponto mais baixo, o Mar Morto, ate o ponto mais alto da Terra, o Monte Everest. Percorreu quase 8.000 quilômetros até Kathmandu, a capital do Nepal, e depois mais 7.500 metros até chegar ao cume do Everest. Duração total do percurso: oito meses.

 

“Diabetes não é uma prisão. Não é preciso viver fora da normalidade nem sequer fugir dos desafios físicos extremos” diz Winkler, para encorajar e motivar os diabéticos a levarem uma vida normal.

 

Para ser o primeiro diabético a escalar o Monte Everest, ele precisou mais do que coragem e ambição. Winkler começou a sua viagem de oito meses, sem rede nem cabo de segurança. Fez todo o percurso sozinho até chegar à encosta do monte, sem prescindir de níveis de glicose (açúcar) estáveis. Em todos os seus projetos e viagens, ele aposta na técnica mais moderna, para realizar as análises em qualquer momento ou lugar. Winkler não pode se dar ao luxo do manuseio complicado de fitas de teste que descem ser inseridas num medidor de glicemia ou da codificação individual de novos frascos de fitas. É por isso que usa um glicosímetro que prescinde de todos esses passos, que muitas vezes são a causa de medições incorretas. “Após a introdução de um disco de fitas integradas, o aparelho fica pronto para dez medições”, diz Winkler satisfeito. O tempo de medição é de apenas cinco segundos, e os resultados são confiáveis. Esses pequenos pormenores são por vezes de importância vital, sobetudo para aqueles que praticam esportes radicais.

 

Não lhe interessa bater recordes: o que ele busca é o puro prazer de viver. Gery Winkler quer demonstrar que os diabéticos podem passar uma vida absolutamente normal, sem limitações. O que, aliás, ele já conseguiu.

 

Esportista radical: O austríaco Geri Winkler busca os desafios. Foi o primeiro diabético que conseguiu escalar o Monte Everest, a montanha mais alta do mundo. Partiu de bicicleta do ponto mais baixo da Terra, no Mar Morto, e pedalou quase 8.000 quilômetros até chegar a Kathmandu, a capital do Nepal.

Glicosímetros oferecem mais segurança

Um estudo revelou que os medidores de glicemia não codificados corretamente fornecem aos dicabéticos resultados imprecisos. “A necessidade de codificação dos aparelhos de medição após a abertura de novo frasco de fitas é um aspecto crítico no autogerenciamento do diabetes.

A codificação incorreta do aparelho pelo paciente pode implicar um desvio dos resultados obtidos até 50%”, explica o Dr. Steven Edelman, professor catedrático de medicina na University of Californa, em San Diego/EUA, e co-responsável pelo estudo. Maior segurança oferecem os glicosímetros com autocodificação, por exemplo, os medidores Contour e Breeze da Bayer HealthCare.

 

Cerca de 16% dos pacientes codificam incorretamente os seus glicosímetros. A conseqüência: os valores de medição imprecisos aumentam a probabilidade de o paciente injetar uma dose de insulina exageradamente baixa ou alta. Uma dose demasiadamente baixa pode impicar o risco de hipoglicemia e, em casos extremos, confusão mental e perda dos sentidos. Um nível cronicamente aumentado de glicose pode causa outras doenças, como lesões oculares ou renais. Os autores do estudo recomendam utilizar um glicosímetro com codificação automática.

Para maior mobilidade: Bayer Breeze 2 é particularmente indicado para diabéticos que viajam com freqüência e que desejam maior comodidade no manuseio das fitas de teste.

Formato de bolso e fácil manuseio: Contour fornece resultados confiáveis dentro de cinco segundos. Teclas grandes facilitam o uso do aparelho.

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